Eu cresci ouvindo de meus pais que existiam dois caminhos a serem seguidos: O Bom, e o Ruim.
E cresci almejando o pote de moedas de ouro no fim do arco-íris, e isso segundo tal filosofia, incumbia em seguir o caminho Bom.
E foi tentando trilhar tal caminho que muitas vezes percebi que, acidentalmente ou não, eu cruzava com o famigerado 'caminho Ruim'.
Digo pelas experiências que tive em ambos, e por seus resultados em minha vida.
Absolutamente não me amarguro de ter pego 'atalhos', e nem tampouco de ter dado alguns passos em falso.
Mas o imperativo me fez perceber que os caminhos não se dividem. Nem se cruzam.
Eles são um só.
A única diferença é que um segue em frente, enquanto o outro, é todo o que você já caminhou.
acho q de verdade o caminho acaba virando o certo quando você tem certeza desse caminho, um caminho só é feito quando você segui em frente, esquece o outro caminho, enfim, belo texto, uma ótima filosofia e gostei da escrita também jeito fácil de ler.
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