Assim como as estrelas nascem, sob a existência de um força invisível aos olhos.
As reações que transformam a simples existência de uma partícula em algo fora de escalas compreensíveis.
Sua existência se manifesta em brilho, calor, e energia.
Sem propósito além de se auto-consumir, e brilhar o mais intensamente possível.
Ao fim, tudo se transforma, em milhões de reações que levam sempre o mais pesado pro interior.
A energia se esvai. O calor abranda.
O que antes era belo e majestoso, torna-se frio, e complexo.
A mesma força que permitiu essa existência, agora promove sua auto-destruição.
E quando por fora tudo fica tão escuro e denso como o interior, colapso.
A total ausência da menor partícula que permitiu tal evento, agora transforma seus produtos em algo novo.
E os espalha, os transforma, em uma explosão dramática, dolorosa e linda, levando sua essência adiante.
Transformando novos espaços. Criando novos propósitos.
Tudo com a intenção de começar tudo novamente, para que assim, ao pó voltemos.
Mas porque não brilhar?

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