Penso na coexistência entre sentimento e razão. Como antígonas de uma parabóla infantil, onde resume-se a afeição ao ideal, à sua idealização.
Seríamos capazes de pensar sentimentalmente?
Adicione uma variável infinita em uma equação lógica racional, e as possibilidades já não serão racionais, dentro da incompreensão da infinitude.
Seria agir consequência apenas de impulsos elétricos transmitidos pelo córtex, ou algo completamente abstrato que se resume na intensidade de prazeres e sensações envolvidas no ato?
Penso na inexistência de sentimento na razão.
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